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Blog do Juca Kfouri

Athletico se classifica com sofrimento

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Juca Kfouri

04/08/2021 21h17

O futebol gosta de fazer maldades.

O Atlético Goianiense precisava ganhar do xará Paranaense e tratou de marcar sob pressão.

Ao Furacão bastava o empate, porque venceu em casa, por 2 a 1, no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

E assim iam levando os dois Atléticos em Goiânia o primeiro tempo modorrento, sem nenhuma emoção, até que, aos 44 minutos, Nikão desceu pela direita e achou Christian na entrada da área para arrematar seco e colocado e botar os paranaenses na frente: 1 a 0.

No segundo tempo só restava aos goianos irem à frente, eles foram e logo obtiveram um pênalti que Zé Roberto converteu: 1 a 1, aos 10', com correto auxílio do VAR porque o assoprador de apito não dera a penalidade cometida sobre o próprio Zé Roberto.

Doze minutos depois, no entanto, com o Furacão despertado pela ameaça e em busca do gol, não foi necessário o VAR para que novo pênalti fosse assinalado, para os visitantes.

Nikão bateu colocado e rasteiro, mas Fernando Miguel defendeu. Em vão, porque, aí sim, o VAR interveio para determinar nova cobrança, pois o goleiro se adiantara.

Kayser resolveu assumir a responsabilidade e deu uma bomba no meio do gol para fazer 2 a 1.

O Furacão, então, mordido pelo Dragão, não se acomodou.

E o mesmo Renato Kayser, aos 38', numa trama dentro da área goiana, marcou o 3 a 1, para consolidar a vaga nas quartas de final, mas o VAR anulou.

O resultado do jogo ficou sob suspense até o fim porque, aos 51', Lucão cabeceou, o goleiro Bento deu rebote e Éder empatou, com ainda cinco minutos a serem disputados.

Na verdade, o jogo acabou indo até os 60 minutos, com Fernando Miguel na área paranaense para tentar uma cabeçada salvadora.

O Athletico sofreu, mas obteve o resultado que bastava e parte em busca do bicampeonato da Copa do Brasil.

Sobre o Autor

Juca Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999 e foi colaborador da ESPN-Brasil entre 2005 e 2019. Colunista de futebol de “O Globo” entre 1989 e 1991 e apresentador, de 2000 até 2010, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha, onde permanece com sua coluna três vezes por semana. Apresenta, também, o programa Entre Vistas, na TVT, desde janeiro de 2018.

Colunas na Folha: https://blogdojuca.uol.com.br/lista-colunas-na-folha/

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