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Blog do Juca Kfouri

Faltam 43 pontos para o Corinthians ficar na Série A

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Juca Kfouri

06/06/2021 17h52

O Corinthians fez primeiro tempo até surpreendente no Horto, contra o América.

Seguro atrás e insinuante, pela direita, na frente, com dois bons arremates, de Fagner e Mosquito, para defesa do goleiro Matheus.

Até que, aos 29 minutos, Mosquito, o melhor em campo, foi derrubado na área e Fábio Santos, que não é Luan, nem Jô, nem Vital, converteu: 1 a 0.

Aos 35 anos, Fábio Santos bateu seu 18º pênalti pelo Corinthians, com 17gols, exatamente a mesma marca atingida por ele no Atlético Mineiro.

Coincidentemente, os dois penais que perdeu com as camisas alvinegras foram contra o Fluminense, em 2014 e em 2018, em duas derrotas de seus times, por 5 a 2, pelo Timão, e 1 a 0, pelo Galo.

Os primeiros 15 minutos do segundo tempo foram todos do América, embora sem levar perigo maior ao aniversariante Cássio, 34.

Então, Lisca mexeu no atacado, com três alterações, aos 18'.

Mosquito já não era mais acionado e os paulistas se limitavam à defesa.

Ramiro entrou no lugar de Rony, aos 23'.

Em regra, com 43 pontos um time não cai, mas o Fluminense, em 2009, precisou de 46.

Na melhor das hipóteses, o Alvinegro, vencendo, precisará de mais 40 pontos, na pior, 43. Sejamos prudentes.

Aos 30', o América fez suas duas últimas trocas e o jogo não andava nem desandava.

O Corinthians, mais uma vez, jogava com dez, porque Luan inexistia em campo.

Léo Natel, aos 33', enfim, completou 11 ao entrar no lugar do ex-gremista.

Caía a noite em BH quando, aos 34', Cássio precisou fazer sua primeira defesa.

Em seguida, o empate, mas em impedimento, e as entradas de Camacho e Piton nos lugares de Cantillo e Araos.

Aos 44', defesaça de Cássio, em cabeçada de Ribamar. E ainda haveria seis minutos de acréscimos..

Os dois mais velhos do time alvinegro garantiam os primeiros três pontos corintianos no Brasileirão. Ufa!

Sylvinho respira aliviado, Lisca solta fogo pelas ventas.

Sobre o Autor

Juca Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999 e foi colaborador da ESPN-Brasil entre 2005 e 2019. Colunista de futebol de “O Globo” entre 1989 e 1991 e apresentador, de 2000 até 2010, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha, onde permanece com sua coluna três vezes por semana. Apresenta, também, o programa Entre Vistas, na TVT, desde janeiro de 2018.

Colunas na Folha: https://blogdojuca.uol.com.br/lista-colunas-na-folha/

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