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Santos perde gols e a chance de G4

Juca Kfouri

27/09/2020 22h22

Não, o Santos não repetiu as tão boas atuações dos últimos jogos.

Mal também não foi, apenas limitou-se a fazer o suficiente para ir com 1 a 0 para o intervalo, gol de Madson, de peixinho, em cobrança de falta por Marinho — quatro passes para gols e sete tentos, dos 15 marcados pelo Peixe.

O gol só saiu aos 41 minutos, um minuto depois de Soteldo ter posto a bola na cabeça de Kaio Jorge que a mandou na trave., de casquinha.cacasquinha.

O Santos chegava ao terceiro lugar, ao ultrapassar o São Paulo e desalojar o Palmeiras do G4.

Claro, ainda faltava o segundo tempo e era de se esperar um Fortaleza mais aceso do que se mostrava na Vila Belmiro.

Dois a zero teria até sido mais de acordo com o jogo, mas o Santos parecia um pouco cansado e auto-suficiente demais.

E não deu outra.

Logo no primeiro minuto, João Paulo teve de mandar a bola a escanteio em chute de Osvaldo e, na cobrança, o time cearense empatou com Gabriel Dias de cabeça.

Aos 10', de voleio, em passe de Soteldo, quase Marinho faz novo golaço.

Nada indicava que o jogo ficaria no 1 a 1.

Rogério Ceni que já havia sacado Wellington Paulista no intervalo, tirou também Osvaldo, que saiu pistola de campo, aos 15'.

Em seguida, o jogador pediu desculpas e recebeu um abraço afetuoso de Ceni.

Os dois jogaram juntos no São Paulo entre 2012 e 14.

Yuri César, que substituíra Wellington Paulista, quase virou em chute rente à trave santista.

O jogo estava animado e Santos, em busca de voltar ao G4, dava espaço para o Fortaleza aproveitar.

Aos 30', Sanchez e Raniel dentro, Jean Mota e Arthur Gomes fora.

Fragapane no lugar de Felipe foi a resposta do Fortaleza.

Pará no lugar de Madson e Lourenço no de Kaio Jorge, Cuca tentava de tudo.

Soteldo perdeu gol como não poderia e Raniel outro, embaixo do travessão.

Resultado: empate bom para os visitantes e ruim para os anfitriões que ficaram fora do G4.

Sobre o Autor

Juca Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999 e foi colaborador da ESPN-Brasil entre 2005 e 2019. Colunista de futebol de “O Globo” entre 1989 e 1991 e apresentador, de 2000 até 2010, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha, onde permanece com sua coluna três vezes por semana. Apresenta, também, o programa Entre Vistas, na TVT, desde janeiro de 2018.

Colunas na Folha: https://blogdojuca.uol.com.br/lista-colunas-na-folha/

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