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Ronaldinho Gaúcho, como se sabe, aos 8 anos de idade, perdeu o pai.
O irmão dez anos mais velho, Assis, ajudou em sua educação.

Assis apareceu com futuro promissor no Grêmio, mas uma grave lesão no joelho impediu que ele seguisse carreira no Brasil, levando-o a centros menores do futebol mundial, como Suíça, México e Japão.
Assim que se deu conta do talento do irmão caçula, por volta de seus 27 anos, Assis parou com o futebol e passou a cuidar da carreira de Ronaldinho, que o tem como ídolo, um verdadeiro pai.

Neymar teve mais sorte que Ronaldinho e convive com o pai até hoje, seu orientador, embora haja quem diga, no círculo próximo ao jogador, que hoje em dia a relação esteja mais distante, fruto de tantas trabalhadas na vida financeira dele.

Seja como for, as digitais de Assis e Neymar pai são indeléveis nas vidas de Ronaldinho e de Neymar Júnior.

Neymar pai também tentou a carreira de jogador profissional e não se deu bem.
Mas logo percebeu que tinha um tesouro talentoso em casa e passou a cuidar dele.
É óbvio que ambos, Ronaldinho e Neymar, já estão bem crescidinhos e como adultos são responsáveis por seus atos.
Mas que Freud explica tudo, ou quase tudo, é tão certo como a Terra é redonda.
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Colunas na Folha: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/










