Furacão venta pouco nos Andes
Desmontado, o Athletico paga o preço.
Mesmo diante do Colo-Colo em crise, mas em Santiago, na Cordilheira dos Andes, deu-se mal.
Tomou pressão por dez minutos, o suficiente para sofrer o 1 a 0 de Mouche.
E não soube reagir, impotente, porque diferentemente daquele time que tinha tudo para se firmar entre os grandes do país, a nova equipe está a léguas de distância.
Pressionou, buscou, mas faltou poder de decisão, porque, tecnicamente, é fraco.
E se a cada temporada o Furacão terá de se remontar, jamais chegará ao patamar que tenta buscar.
O clube precisa decidir se quer ser grande mesmo ou apenas celeiro.
Quando o menino Jajá entrou no jogo, aos 71 minutos, no lugar do inútil Carlos Eduardo, até houve um sopro de esperança, de frescor, de audácia, mas insuficiente.
Aliás, quanto tempo o baiano Jajá durará em Curitiba?
Dorival Júnior fez o que pôde e ainda pôs Vitinho no lugar de Adriano, aos 79', mas em vão, depois de ter recorrido, logo aos 51', ao dispersivo Marquinhos Gabriel, no lugar de Erick.
Aos 83', Nikão, de peito, pôs Léo Cittadini na cara do gol e ele perdeu.
Com o jogo já encerrado, o goleiro Jandrei ainda foi expulso, por ter chutado a bola com intenção de bater falta e quase acertar o assoprador de apito.
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Colunas na Folha: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/











