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Kobe Bryant (1978-2020) e os arrependimentos

Juca Kfouri

26/01/2020 19h07

Pense em algo que você gostaria de ter feito e não fez.

Ou numa coisa que fez e preferiria não ter feito.

Há muitas, sem dúvida.

Mas Kobe Bryant é responsável por duas em minha vida.

Poucas horas antes da trágica notícia de sua morte publiquei aqui uma nota humorada sobre o fim do trio KKK — Kareen&Karl&Kobe.

Como gostaria de não tê-la escrito!

E um dia, quase oito anos atrás, não tive coragem de lhe pedir uma selfie.

Estávamos ambos barrados pelo porteiro do ginásio de natação, na Olimpíada de Londres, sem ingresso, embora credenciados.

O funcionário não o reconheceu e apresentei Bryant ao desavisado cidadão.

E disse a ele que estava certo em não deixar que eu entrasse, mas que impedir a entrada dele era um absurdo.

Sensato, o homem cedeu.

Simpático, Bryant me agradeceu.

E se foi.

Sobre o Autor

Juca Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999 e foi colaborador da ESPN-Brasil entre 2005 e 2019. Colunista de futebol de “O Globo” entre 1989 e 1991 e apresentador, de 2000 até 2010, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha, onde permanece com sua coluna três vezes por semana. Apresenta, também, o programa Entre Vistas, na TVT, desde janeiro de 2018.

Colunas na Folha: https://blogdojuca.uol.com.br/lista-colunas-na-folha/

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