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Rogério Ceni ganha do mestre

Juca Kfouri

18/08/2019 17h55

Não teve jogo no Mineirão, com 36.975 pagantes e 43.604 torcedores presentes.

No primeiro ataque do Cruzeiro, aos 2 minutos, Gustavo Henrique derrubou Pedro Rocha na entrada da área, nada foi marcado, o VAR gritou, o assoprador foi verificar e pronto: o santista foi expulso de campo por ter interrompido chance clara de gol.

Daí por diante só deu Cruzeiro até o 50° minuto do primeiro tempo, quando Carlos Sanchez, em cobrança de falta, chutou a primeira bola santista ao gol mineiro e Fábio fez sua única defesa.

Da expulsão até Fred abrir o placar, aos 43, aconteceu de tudo.

O próprio Fred entrou no lugar de Egídio, Pará substituiu Evandro, tudo por causa da expulsão precoce e o goleiro Everson fez duas defesaças em chutes de Dodô e de Thiago Neves, além de ver seu travessão atingido por tirambaço de Neves.

Jorge Sampaoli errou na troca e o estreante Rogério Ceni acertou em cheio.

Aconteceu também de Pará dar um contra-ataque para Pedro Rocha desperdiçar e Thiago Neves passar com açúcar para Fred voltar a marcar depois de 16 jogos.

Tão logo começou o segundo tempo, com arremate seco e colocado Thiago Neves fez o segundo gol, passe de Fred, e liquidou qualquer pretensão do líder, que voltou com Luís Felipe no lugar de Pará, reconhecimento do erro inicial.

O Santos passava a correr o risco de levar nova goleada e Rogério Ceni superava seu professor Sampaoli, com quem estagiou quando o argentino estava no Sevilha.

O irônico é que o Santos resistiu por quase 40 minutos com um só zagueiro. Quando botou o segundo, em dois minutos, tomou o 2 a 0.

E o Cruzeiro já dizia adeus à ZR, que não deverá voltar a frequentar.

Em compensação, o Fluminense voltava, após conseguir perder para o CSA, no Maracanã, por 1 a 0, primeira vitória dos alagoanos como visitantes.

Fernando Diniz também deve dar adeus.

Ainda aos 37' o Cruzeiro teve o terceiro gol duas vezes à disposição, mas Jorge acabou por evitá-lo.

A sensação final foi a de que o Cruzeiro não quis forçar uma goleada.

Sobre o Autor

Juca Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999 e foi colaborador da ESPN-Brasil entre 2005 e 2019. Colunista de futebol de “O Globo” entre 1989 e 1991 e apresentador, de 2000 até 2010, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha, onde permanece com sua coluna três vezes por semana. Apresenta, também, o programa Entre Vistas, na TVT, desde janeiro de 2018.

Colunas na Folha: https://blogdojuca.uol.com.br/lista-colunas-na-folha/

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