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Blog do Juca Kfouri

O Brasil nunca foi tão verde! É campeão!!!

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Juca Kfouri

25/11/2018 18h58

No oitavo minuto no Mineirão, Everton Ribeiro fez um golaço para o Flamengo com direito a caneta em Egídio, saindo da intermediária e contando com a simpatia de Thiago Neves que ficou olhando.

O Palmeiras fazia o chamado jogo de segurança, não finalizava e parecia não achar preciso ser campeão no Rio.

O Cruzeiro buscava empatar cadenciadamente e quase conseguiu aos 24', em linda jogada de Fred dentro da área, passe para Thiago Neves pegar de primeira e excelente defesa de César.

O fim do primeiro tempo foi do Verdão e um chute de Bruno Henrique tirou lasca da trave vascaína.

Quando os intervalos chegaram, o Flamengo ainda sonhava com o heptacampeonato .

E continuou a sonhar logo aos 7 minutos, outra vez com Everton Ribeiro, agora de fora da área, num lindo chute em curva.

Torcedor é criativo.

Uma faixa da torcida cruzeirense saudava a rubro-negra: "A segunda maior de Minas"…

O segundo gol do Mengão não apertou o Verdão, mas o Palmeiras passou a apertar mais o Vascão, tudo no aumentativo porque o blog seguia crente de que teríamos o campeão.

Aos 7', Dudu teve a chance, mas pegou de canela.

Aos 15', o habitual: Deyverson no lugar de Borja.

O Vasco que havia trocado Henrique por William Maranhão no primeiro tempo, trocou também Desábato por Raul no segundo, sempre por lesões.

Os paulistas conseguiam escanteios em cima de escanteios em São Januário, nada menos que 14 deles e trocou Lucas Lima por Gustavo Scarpa.

Aos 15', o habitual: Deyverson no lugar de Borja.

O gol do título parecia iminente.

E, aos 27', Deyverson, fez!

Dudu, sempre Dudu, lançou Willian e ele deu com açúcar para o centroavante.

O Palmeiras ganhava seu 13º título nacional.

I N C O N T E S T Á V E L!

Jean substituiu Willian, que torceu o joelho, outra peça vital na conquista.

Estava claro.

O Palmeiras cozinhou os 45 minutos iniciais para liquidá-lo no segundo, consciente de sua superioridade.

Agora é só festejar e coroar a festa em casa, no domingo, contra o Vitória, para fechar o returno invicto, outra façanha inédita em Campeonatos Brasileiros com pontos corridos.

Definitivamente, não é para qualquer um.

E Felipão sacudiu a poeira e deu a volta por cima!

Sobre o Autor

Juca Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999 e foi colaborador da ESPN-Brasil entre 2005 e 2019. Colunista de futebol de “O Globo” entre 1989 e 1991 e apresentador, de 2000 até 2010, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha, onde permanece com sua coluna três vezes por semana. Apresenta, também, o programa Entre Vistas, na TVT, desde janeiro de 2018.

Colunas na Folha: https://blogdojuca.uol.com.br/lista-colunas-na-folha/

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