O primeiro clássico do Carioquinha do senhor Rubinho
O Vascão ganhou do Fluzão por 1 a 0 com todos os méritos no Engenhão.
Os aumentativos param por aqui.
Porque o Carioquinha do senhor Rubinho teve apenas 7 mil pagantes em seu primeiro clássico, o que dá a medida do interesse do torcedor do Rio pelo seu outrora charmoso campeonato estadual.
E olhe que diferentemente do que acontece no Rio Grande do Sul, em São Paulo e em Minas Gerais, o Rio nem tem a desculpa de estar mais preocupado com a Libertadores.
O jogo também cabe num diminutivo, porque foi um joguinho que rendeu apenas 260 mil reais, ainda por cima apitado muito mal por um tal Índio que só quer isso mesmo, quer apito.
A isso chamam no Brasil de futebol profissional.
Mas não culpe o senhor Rubinho, que está na dele, no rol da mediocridade que assola os cartolas das federações estaduais e da CBF.
A responsabilidade é mesmo da cartolagem dos grandes clubes do país, subservientes e curvados ao quadro que, em última análise, também os mantém à custa da miséria dos clubes que dirigem.
Comentário para o Jornal da CBN desta segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015.
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