Mais um grande que cai
O maior campeão argentino disputará a segunda divisão no ano que vem.
Na sua casa lotada, o River Plate apenas empatou 1 a 1 com o Belgrano, de Córdoba, quando precisava vencê-lo por dois gols.
O River fez 1 a 0 logo de cara, teve dois pênaltis não marcados a seu favor pelo árbitro Pezzotta, o mesmo que apitou a final da Libertadores no Pacaembu, tomou o gol de empate no segundo tempo, teve, enfim, um pênalti assinalado e o desperdiçou.
No fim, o Monumental de Nuñes virou um meio cemitério meia praça de guerra, com a polícia jogando água na massa (numa temperatura de 6 graus em Buenos Aires) e a torcida do River jogando pedras nos jogadores de Córdoba.
Um drama, uma lástima, uma vergonha, um tango.
O River é presidido pelo lendário Daniel Passarella e patrocinado pelas brasileiras Petrobras e Tramontina.
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