Messi não precisa de Blatter para nada
Joseph Blatter estava em Zurique, a apenas 963 quilômetros de Londres.
Mas o presidente da Fifa não foi a Wembley ver a final da Taça dos Campeões da Europa, que consagrou o Barcelona como o melhor time do século 21.
Ele sabe que seria vaiado intensamente, mesmo que absolvido pelo seu Conselho de "Ética" das acusações, cabeludas, de corrupção no processo de escolha das sedes das duas próximas Copas do Mundo, na Rússia e no Qatar.
Ricardo Teixeira, o presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa do Mundo no Brasil também foi "absolvido".
Mas seu problema é com a Justiça da Suíça, não com a Fifa, de cujo Comitê Executivo participa.
Porque é aguardada, para depois da eleição na Fifa, nesta quarta-feira, a divulgação, por decisão judicial, de sua confissão, e a de João Havelange, de que teria recebido indevidamente 9 milhões e meio de dólares da falida ISL
Blatter, no cargo desde 1998, será reeleito pela terceira vez, mas a sujeira desta vez é de tal ordem que dificilmente ele poderá frequentar estádios sem ser acompanhado pelo desagrado dos torcedores.
O maravilhoso futebol do Barcelona, Messi e companhia agradecem sua ausência, que preenche uma lacuna…
Comentário para o Jornal da CBN desta segunda-feira, 30 de maio de 2011.
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