Botafogo, com desculpas
Peço antecipadas desculpas pelo que você lerá a seguir.
Combinei com meu fiel colaborador Rafael Belattini que eu ficaria com o jogo do Botafogo contra os reservas do Santos e ele com os dois outros jogos das 18h30, cabendo a mim, também, o jogo do São Paulo contra o Figueirense, às 21h.
Mas me peguei sonhando com uma final do Mundial de Clubes, outra vez no Japão neste 2011, entre o Barcelona de Messi, Iniesta e Xavi contra um Santos de Neymar, Ganso e, quem sabe, Zé Roberto, além, é claro, de Elano.
Enquanto sonhava eu me lembrava que também contra o Inter, em 2006, o Barça era favorito disparado e deu no que deu, com gol de Gabiru.
E entre tais devaneios, e ainda tocado com o jogo de Londres — e ainda querendo ver meu filho na zona mista de Wembley na ESPN — não consegui dar a atenção devida ao jogo do Engenhão.
Que terminou seu primeiro tempo com a vitória botafoguense por 1 a 0, gol do ex-zagueiro corintiano Fábio Ferreira, aos 36, depois de cobrança de escanteio.
Também não houve mesmo muito mais a se comentar dos primeiros 45 minutos.
No segundo até que o jogo foi mais movimentado, com chances dos dois lados, razão pela qual os botafoguenses continuam com motivos para se preocupar.
E, por pouco, aos 46, o Santos não empatou, o que tira quaisquer desculpas do Glorioso, que jogou no Engenhão para 6.222 pagantes.
E se argumentarem que esses reservas santistas empataram com o Inter na primeira rodada, seremos obrigados a lembrá-los que hoje, no Beira-Rio, este mesmo Inter está perdendo para o Ceará, gol, que ironia!, de Iarley, assunto, porém, para o jornalista Rafael Belattini.
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Colunas na Folha: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/











