Cruzeiro impossível
O Cruzeiro não teve vida fácil com o atrevido Guarani paraguaio, que chegou a mandar bola na trave brasileira quando o jogo estava ainda 0 a 0.
Mas, como já ensinou o cruzeirense Samuel Rosa, bola na trave não altera o placar.
E Wallyson altera.
Duas vezes, por sinal.
Uma em cada tempo.
Na primeira, ao pegar o rebote de um escanteio batido por Montillo, aos 30.
Na segunda, ao pegar de primeira um passe de Montillo, aos 18.
Aí, virou show.
Com direito a olé e a irritação guarani, que começou a bater.
E de olé em olé, Dudu, que acabara de entrar no gramado de Sete Lagoas no lugar do ovacionado Wallyson, chutou e a bola sobrou para Farias que fez o terceiro, aos 41.
E a torcida que gritava o nome de Cuca gritou ainda mais quando Thiago Ribeiro fez o quarto gol, em seguida, de fora da área, num golaço.
Afinal, Dudu, Farias e ele entraram no segundo tempo para também brilhar.
Festa com direito a muita chuva para 12 mil torcedores na Arena do Jacaré.
O Cruzeiro marcou nove gols em dois jogos, sem levar nenhum.
Parece o Cruzeiro bicampeão da Libertadores.
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Colunas na Folha: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/










