Ficamos assim
O que jogamos por aqui, e quase por todo mundo afora, é um jogo muito legal chamado bola-ao-cesto.
O que os americanos jogam, quando querem, se chama basquete.
São jogos diferentes, acredite.
Contra Porto Rico o resultado foi 117 a 78 para os Estados Unidos.
Antes os americanos derrotaram a Venezuela (112 a 69); as Ilhas Virgens (123 a 59); o Canadá (113 a 63); o Brasil (113 a 76) e o México (127 a 100).
Faltam, ainda, os jogos contra o Uruguai e a Argentina, além das partidas semifinal e final, tomara, contra o Brasil.
E apesar de fabuloso, este atual Time dos Sonhos perderia para o dos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992, mais ou menos do mesmo modo que trituram os adversários deste Pré-Olímpico de Las Vegas.
Também, aquele time tinha, simplesmente, Michael Jordan, Magic Johnson, Lary Bird, Charles Barkley, Scottie Pippen, Karl Malone, Pat Ewing, John Stockton e Clyde Drexler, entre outros.
Dê uma olhadinha na campanha dessa gente em Barcelona: 116 a 48 contra Angola;103 a 70 na Croácia;111 a 68 na Alemanha;127 a 83 diante do Brasil;122 a 81, sobre os donos da casa da Espanha, tudo na primeira fase.
Nas quartas-de-final, 115 a 77 em Porto Rico.
Nas semi-finais, 127 a 76 na Lituânia.
E, na finalíssima, novamente diante da Croácia, de Drazen Petrovic, 117 a 85.
Preciso dizer, modestamente, que eu estava lá.
E jamais me esquecerei.
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Colunas na Folha: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/











