A façanha do Palmeiras
Em Presidente Prudente, um jogo ruim, um empate justo em 1 a 1 e um gol feito perdido por Leandro, que tinha dado o primeiro para Souza, no fim do primeiro tempo.
O Palmeiras empatou com Nen, de cabeça, e com a defesa do São Paulo vendo a banda passar.
Na Vila Belmiro, digno de nota, apenas, uma cabeçada na trave do Flamengo mandada por Wellington Paulista.
E, no Beira-Rio, em 10 minutos, 10 faltas.
E cartões amarelos em profusão, meia-dúzia, só no primeiro tempo.
Futebol mesmo, pouco.
Mas, mais do Corinthians, que abriu o placar com Carlos Alberto e acertou duas vezes o travessão de Clemer, com Magrão e Roger.
Fernandão empatou o jogo em seguida ao gol corintiano, quando Wellington Monteiro chutou cruzado, Marcelo fez boa defesa e, estranhamente, soltou a bola já dominada para o Inter empatar.
No intervalo dos jogos das 16 horas, só o Paraná Clube vencia.
E em Florianópolis, 1 a 0 no Figueira.
Por enquanto, quatro jogos e pouco futebol.
O São Paulo voltou melhor no segundo tempo e antes dos 15 minutos criou duas chances de gol, além de trocar Richarlyson, Lenílson e Leandro por Ilsinho, Danilo e Alex Dias.
E perdeu Alex Silva, expulso.
No Beira-Rio, o Inter foi quem voltou melhor.
Adiantou a marcação e se aproveitou da troca feita por Leão, que tirou Roger e pôs Carlão no intervalo.
O segundo gol colorado rondava a área corintiana e Marcelo salvou tento certo de Fernandão.
Já na Vila, em bela jogada de calcanhar, de Jonas, Wellington botava o Santos na frente do Flamengo: 1 a 0.
Mesmo com 10, o São Paulo era mais perigoso em Presidente Prudente.
E o Inter, em Porto Alegre, mandava na partida.
O Corinthians tentava, sem sucesso, esfriar o jogo e Iarley, por egoísmo, não passou para Caio virar o placar.
A pressão era tanta que Leão tirou Carlos Alberto e botou o zagueiro Marcus Vinicius.
O Santos cozinhava o Flamengo no alçapão da Vila.
E Zé Roberto fazia seu primeiro gol com a camisa 10 santista, com a categoria que Deus lhe deu.
No Recife, o Santa Cruz abria o marcador diante do Juventude: 1 a 0.
Aos 36, susto no Beira-Rio: Amoroso deixou Gustavo Nery na cara de Clemer que não deixou que o lateral marcasse o gol corintiano.
E, aos 38, em Presidente Prudente, depois de não dar um pênalti para o São Paulo e dois para o Palmeiras, o árbitro resolveu marcar um que não houve, em Marcinho.
E Paulo Baier pôs o Palmeiras na frente: 2 a 1.
No finzinho, Roger lançou Marcinho e o Palmeiras fez 3 a 1.
Em ritmo de festa, Tabata, também no fim, ampliou para o Santos: 3 a 0.
Tanto em Presidente Prudente quanto em Porto Alegre quanto em Santos, os segundos tempos justificaram, ao menos, o preço dos ingressos.
O Palmeiras conseguiu a façanha que ninguém imaginava; Inter e Corinthians não têm por que comemorar e o Santos tem, até porque o Paraná Clube também venceu.
E o Santa, bem, o Santa também comemora, mas continua condenado.
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Colunas na Folha: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/










