Blog do Juca Kfouri

Crônica da violência anunciada
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Juca Kfouri

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Corinthians e Botafogo de Ribeirão Preto decidirão neste domingo, às 10h50 da manhã, a 46a. Copa São Paulo no aniversário de 461 anos da capital paulista.

O Botinha surpreendeu o Palmeiras ao vencê-lo por 2 a 1 em Barueri, matou o sonho de um título inédito para o Verdinho e manteve o seu de ganhar a taça pela primeira vez na segunda final que disputa

Já o Timãozinho busca sua nona Copinha em sua 16a. participação em decisões do torneio.

Sim, o Corinthians, maior campeão da Copinha com oito títulos, é também o maior vice-campeão, com sete segundos lugares.

Estranhamente tamanha superioridade não tem resultado na revelação de muitos jogadores para o time principal.

O que ninguém estranhou foram as cenas de violência antes e depois do jogo, com brigas entre os torcedores corintianos e são-paulinos e destes com a PM.

A incapacidade para se organizar um jogo de futebol júnior foi de tal ordem que nem mesmo a determinação policial para que a torcida são-paulina aguardasse no estádio de Limeira meia hora para sair foi obedecida.

Com o time sendo derrotado por 3 a 0, muitos tricolores foram saindo mais cedo do Limeirão sem que a PM conseguisse evitar.

Em seguida, o encontro com os corintianos foi inevitável e para, evitar o confronto, choveram bombas de efeito moral e balas de borracha da PM.

Atenção: tratou-se aqui de um jogo de futebol, não da Terceira Guerra Mundial.

Comentário para o Jornal da CBN desta sexta-feira, 23 de janeiro de 2015, que você ouve aqui.


Timãozinho perto do eneacampeonato
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Juca Kfouri

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Os meninos do São Paulo tinham sofrido apenas dois gols em seis jogos na Copinha.

Pois tomaram três em Limeira da garotada do Corinthians.

Que tomou conta do primeiro tempo quando marcou dois gols.

E sofreu uma pressão danada no segundo tempo até fazer o terceiro gol, quando o São Paulo era melhor e até bola na trave enfiou.

Destaque para a arbitragem que deixou o jogo correr, observou a lei da vantagem e não se deixou levar pelas malandragens da meninada.

O árbitro Leonardo Ferreira Lima promete.

Em busca do eneacampeonato, o Timãozinho enfrentará o Botinha de Ribeirão Preto neste domingo, no Pacaembu, às 10h50.

Em sete jogos, o alvinegro ganhou todos, marcou 25 gols e sofreu apenas quatro.

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Um caipira na festa paulistana
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Juca Kfouri

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O Botinha está na final da Copinha.

Enfrentará o Corinthians ou o São Paulo na final deste domingo no Pacaembu depois de vencer o Palmeiras por 2 a 1.

Foi um jogo dramático com a Arena Barueri cheia e com a torcida verde aplaudindo, com justiça, seus meninos.

No mínimo, o Verdinho tem uma bela promessa: o centroavante Gabriel Jesus, autor do gol palmeirense aos 45 minutos do segundo tempo.

No Botinha, o goleiro Talles foi o destaque do jogo.

Ribeirão Preto, das mais belas cidades do interior paulista, quer fazer a festa no aniversário da capital.


Flamengo, Fluminense e Maracanã repudiam decisão da FERJ
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Juca Kfouri

O Flamengo, o Fluminense e o Consórcio Maracanã estão em vias de lançar um manifesto contra a decisão da Federação Estadual do Rio de Janeiro sobre o preço dos ingressos no Campeonato Carioca.

Leia abaixo:

Manifesto por um futebol carioca profissional

A Concessionária Maracanã, o Clube de Regatas do Flamengo e o Fluminense Football Club juntos vêm a público reafirmar o compromisso com a transformação do futebol brasileiro

Acreditamos no potencial do futebol brasileiro em se tornar uma atividade próspera, grandiosa e relevante para a sociedade e para a economia nacional. Para tal, é indispensável que preceitos básicos como cumprimento de contratos, liberdade, responsabilidade fiscal e financeira sejam respeitados.

Manifestamos assim publicamente nossa discordância com as recentes resoluções anunciadas este mês em relação ao Campeonato Carioca 2015:

i) Tabelamento de preços – consideramos uma violação às relações e contratos estabelecidos entre entidades privadas que têm o direito de definir os critérios de precificação dos jogos no Estádio do Maracanã, atendendo a critérios como atratividade das partidas, custos operacionais e programas estratégicos como sócio-torcedor.

ii) Meia-Entrada Universal – nenhuma deliberação ou regulamento pode obrigar nossas entidades a descumprir a lei. Dar o desconto da meia-entrada para todo o público é na verdade não aplicar o benefício obrigatório. Afirmamos nosso compromisso em atender o que é determinado pelas leis e pelo o Estatuto do Torcedor. Lembrando que as três entidades já cumprem rigorosamente a peculiar legislação estadual que determina diversos benefícios sem contrapartida ou subsídio, como gratuidade para crianças até 12 anos e idosos e a meia-entrada para menores de 21 anos, independentemente de serem ou não estudantes. Considerando ainda os detentores de cadeiras cativas, em todos os jogos no Estádio do Maracanã cerca de 20% do público têm acesso gratuito e 40% com benefício da meia-entrada.

iii) Localização das torcidas – esta é uma prerrogativa das relações contratuais da Concessionária Maracanã com seus dois clubes parceiros: o Clube de Regatas do Flamengo e o Fluminense Football Club, que têm por contrato o direito de terem suas torcidas em locais fixos em todos os jogos que participarem no Estádio, respectivamente o setor Norte e o setor Sul. Respeitaremos os direitos estabelecidos em contrato.

iv) Descaracterização do mandante das partidas – o regulamento do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro vai contra o regulamento geral de competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que determina a existência da figura do mandante e suas obrigações. Descaracterizar esta figura, além de violar um regulamento maior, gera insegurança jurídica e financeira a seus afiliados e estádios.

v) Imposição de prejuízo – é inconstitucional, por violação do princípio da livre iniciativa, qualquer medida pública ou privada que imponha a pessoas físicas ou jurídicas o exercício de suas atividades com prejuízo. As condições estabelecidas impõem aos clubes cariocas, grandes ou não, atuar com prejuízo financeiro. Reafirmamos nosso compromisso com a sustentabilidade financeira e tomaremos as medidas cabíveis para garantia do nosso direito à livre iniciativa.

Avançamos muito nos últimos 25 anos e não podemos ficar à mercê do retrocesso nas relações legais, econômicas e políticas entre clubes, estádios e federações. Os seus papéis, prerrogativas e responsabilidades são claras não cabendo em pleno ano de 2015 intervenções indevidas e abuso de poder.

Trabalharemos juntos, a Concessionária Maracanã, o Clube de Regatas do Flamengo e o Fluminense Football Club, em defesa de nossos direitos e pelo desenvolvimento e melhoria do futebol carioca.

Concessionária Maracanã, Clube de Regatas do Flamengo, Fluminense Football Club


Resposta a Aidar em respeito aos são-paulinos
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Juca Kfouri

Diversos sítios da torcida são-paulina publicaram a carta que Carlos Miguel Aidar distribuiu entre seus diretores como endereçada a mim embora não a tenha enviado ao destinatário.

A menos que esteja ainda procurando meu endereço com a mesma lentidão da resposta à nota sobre a volta da BWA ao São Paulo, publicada no último dia 15.

Que fique claro, portanto, que respondo aqui ao teor da misteriosa carta que jamais chegou ao destinatário apenas em respeito aos torcedores do Tricolor.

Aliás, verdadeira mesmo na carta sem endereço do cartola é apenas a afirmação de que muitos são-paulinos lêem o blog.

É claro. Trata-se de gente incapaz de ser patética como Aidar ao se referir ao time do blogueiro, como se a questão fosse torcer para A ou B.

Mas vamos ao que Aidar escreveu, desde já estabelecendo uma preliminar:

No item 8 da carta, ele diz que firmou, no final do ano passado, contrato para “serviços de catraca e bilheteria” com Ingresso Fácil.

Ingresso Fácil é BWA.

No Painel da Folha de 5.12.2014 ele dissera que “de jeito nenhum” a BWA operaria as bilheterias do Morumbi, que as negociações com BWA se resumiam a negócios envolvendo atletas.

Se a função da imprensa é informar a verdade, não há razão para ouvir alguém que deliberadamente mente para a imprensa.

Abaixo, comenta-se cada ponto da carta fantasma:

1 – Ao interpretar a nota como tendo apontado “uma conspiração para assaltar os cofres do clube”, Aidar comete ato falho.

A nota relata, com fatos, apenas que houve uma ação orquestrada para convencer o Conselho Deliberativo a aprovar o retorno da BWA ao São Paulo, dada a imagem que a empresa tem no mercado.

O “assalto” fica por conta da interpretação dada pelo próprio cartola, provavelmente traído pelo seu subconsciente…

2 – Qualquer dívida bancária que dobre – ou seja, aumente em 100% – em um ano caracteriza hipótese de usura por parte da instituição bancária credora. Nesse caso, o São Paulo deveria se defender juridicamente.

Tal capítulo da farsa, mais uma vez, tangencia o ridículo.

3 – Aqui, apenas choveu no molhado. É óbvio que cabe ao Conselho decidir, mas será melhor se não em clima de catástrofe e meias verdades, piores que muitas mentiras inteiras.

4 – O blog aponta que o diretor Osvaldo Vieira de Abreu dissera ao Blog de Rodrigo Mattos, neste UOL , que a situação financeira do clube era boa em março de 2014. E a carta confirma que o mesmo Osvaldo Vieira de Abreu informou a Aidar, no primeiro dia de sua gestão, ou seja, em abril de 2014, que a situação financeira era “trágica”.

Não há insinuação nenhuma.

Somente a contraposição de dois diagnósticos diametralmente opostos feitos pela mesma pessoa, na mesma função de Diretor Financeiro, de dois diferentes presidentes, num período menor de um mês!

5 – Como presidente do São Paulo, Aidar tem a obrigação de tornar público tudo o que souber sobre a venda do jogador Lucas.

6 – Aidar diz que “preza a transparência”. Pois bem. É simplesmente obrigatório que revele todos, absolutamente todos, sem exceção, os contratos que tenham sido firmados na gestão anterior que sejam prejudiciais ao São Paulo. Por que ainda não o fez?

Ao não fazê-lo, pelo motivo que for, AIDAR PREVARICA EM SUAS FUNÇÕES.

O que prejudica realmente o São Paulo é esconder negócios mal feitos, tenham eles sido feitos por Juvenal Juvêncio, ou quem quer que seja. Nada justifica escondê-los.

Aos funcionários do São Paulo que tenham sofrido qualquer forma de assédio moral por qualquer cartola tricolor, este blog está à disposição para receber suas informações e, se procedentes, publicá-las.

Da mesma forma, sob absoluto sigilo, qualquer funcionário que esteja sendo atualmente pressionado a fazer denúncias infundadas.

Assim como todo funcionário que tiver se sentido ofendido por ter sido chamado de “desmotivado” ou ” incompetente” na entrevista dada por Aidar à “Folha de S.Paulo” em 15 de setembro do ano passado, ou tenha sofrido a angustia e apreensão ao ler o cartola dizer, na mesma entrevista, que iria manter apenas 95 de 950 funcionários.

Que saibam que isso também é assédio moral e poderá ensejar ação na Justiça do Trabalho.

Reitero que uma rápida pesquisa sobre o meu trabalho demonstrará quantas e quantas vezes critiquei Juvenal Juvêncio, sempre que entendi pertinente.

7 – A discussão sobre a contratação de Alan Kardec não reside na qualidade do jogador. Mais uma vez, por pressa (até estranha, para quem precisou de cinco dias para responder ao post) ou dificuldade de leitura e interpretação de texto, o que escrevi não foi bem interpretado. E a carta reforça a contradição. Se soube da situação financeira “real” do Clube no primeiro dia da gestão, como gastou R$ 20 milhões (entre transferência e comissões) à vista, para contratar jogador naquele momento?

8 – Segundo fontes bem informadas, o contrato firmado no fim do ano passado tem duração de cinco anos, o dobro do mandato de Aidar. Assim sendo, deveria ter sido submetido ao Conselho.

9 – Aidar concedeu coletiva em 16.12.2014, dizendo que “toda e qualquer pessoa que trouxesse bom negócio ao São Paulo FC faria jus à comissão”. Como pode afirmar que não haverá comissão nesse caso, se o assunto ainda está “em estudos”? Por que não haveria comissão nesse caso. Todo “bom negócio” não enseja comissão? Não se trataria, portanto, de um bom negócio esse da venda da dívida à BWA em troca da exploração de 10 anos da bilheteria?

10 – O cartola fala em transparência ao longo de toda a sua longa, longuíssima, carta. Mas, nunca explica porque assinou um contrato com a Cinira Maturana em maio de 2014 (como diz na carta) e somente o tornou público em entrevista coletiva realizada em 16 de dezembro, provocada por matéria da “Folha de S.Paulo” de 15 de dezembro.

Sete meses para mostrar um contrato, forçado por uma reportagem de é tratar os temas do São Paulo de forma transparente?

Aidar fala que vai aplicar normas de responsabilidade no São Paulo.

Como advogado, bem que poderia trazer a público em qual norma de responsabilidade na gestão de empresas o presidente pode contratar sua namorada para intermediar negócios e receber comissões.

Seria nas normas da Coreia do Norte?

11 – Não há insinuações sobre o caso Puma. Há uma questão que a Justiça decidirá, como o cartola admite. Esperemos as provas da Puma.

12 – Que o Instituto Áquila seja bem-sucedido, é o que esperamos todos.

13 – Grandes bancos do Brasil e do exterior foram acusados de gestão fraudulenta mesmo tendo sido auditados pelas quatro grandes empresas de auditoria do mundo (são quatro e não cinco como a sua carta, em anglicismo cafona, pretende mencionar).

PS – Foi por causa da irretocável coluna de André, no diário “Lance!”, revelando que Aidar tinha uma de suas filhas atuando dentro do clube, que Aidar fez a miserável traição a Juvenal Juvêncio apontando a ele a culpa pelo que lá havia sido dito. Mesmo sabendo que não foi, manteve a acusação, porque vinha bem a calhar para a farsa da BWA que agora confirma estar levando a efeito.

PS2 – Não se esqueçam os são-paulinos de fé que foi Aidar quem articulou a mudança estatutária para permitir mais um mandato a Juvenal Juvêncio.

No mínimo, a nação tricolor merece um cabal pedido de desculpas diante do que hoje ele pensa sobre seu antecessor.

Fosse no Japão, e não na Coreia do Norte, o erro só seria pago com haraquiri.

No Brasil, bastaria renunciar.

Não deve ser à toa que Vitor Birner publicou em seu blog que já se fala em impeachment de Aidar no São Paulo FC.


Torcedores violentos ganham de goleada
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Juca Kfouri

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Ontem, num amistoso festivo da distante Manaus, torcedores do Flamengo e do Vasco brigaram nos arredores do estádio.

Hoje, na semifinal da Copa São Paulo, entre os juniores de Corinthians e São Paulo, o temor de violência desloca o jogo para Limeira, a 150 quilômetros da capital.

Imagine na Libertadores, caso ambos se encontrem.

Talvez a partida tenha de ser disputada em Marte, para evitar morte no caminho da Arena Corinthians ou do Morumbi.

Em Manaus ou em Limeira, em Belém ou em Brasília, em Belo Horizonte ou Porto Alegre, a realidade é uma só: desde 1995, lá se vão duas décadas, quando um garoto são-paulino foi morto a pauladas no gramado do Pacaembu depois de as torcidas de Palmeiras e São Paulo invadirem o campo na decisão da Supercopa São Paulo de futebol júnior, que a violência da minoria afasta a maioria dos estádios e as autoridades brasileiras são incapazes de contê-la.


Festa rubro-negra em Manaus
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Juca Kfouri

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Diante de 22 mil torcedores na Arena Amazônia, em Manaus, a vitória no primeiro clássico nacional da temporada foi do Flamengo sobre o Vasco , por 1 a 0, gol de Everton, aos 8 minutos do segundo tempo, numa falha do volante cruzmaltino Sandro Silva, que tentou sair jogando da entrada da área e foi desarmado.

O jogo foi até surpreendente movimentado para início de ano e Paulo Victor, o goleiro rubro-negro, com pelo menos quatro grandes defesas, foi o nome do jogo.

Mas o mais bacana aconteceu antes do jogo.

Em vez da execução do hino brasileiro, que invariavelmente é desrespeitado pela sua banalização nos estádios pelo país afora, foram executados os hinos dos clubes, com as duas torcidas cantando alegre e fervorosamente.

Tomara que a moda pegue.

Comentário para o Jornal da CBN desta quinta-feira, 22 de janeiro de 2015, que você ouve aqui.


Levir Culpi lança livro “Um Burro Com Sorte?”
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Juca Kfouri

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O técnico do Galo, Levir Culpi, lança sua autobiografia intitulada “Um burro Com Sorte” na quinta-feira, 29 de janeiro, às 18h30, na livraria Cultura do shopping Iguatemi, em São Paulo.

O título do livro nasce de uma das muitas histórias relatadas por Levir Culpi.

Ele conta que sempre teve vontade de escrever sobre as histórias que viveu e ouviu no mundo do futebol e no dia que no dia seguinte ao tsunami ocorrido no Japão, em 2011, começou a escrever.

“Tive um desejo forte de relatar as coisas que ocorriam num momento tão marcante para a história do Japão. Depois continuei escrevendo e resgatei histórias desde os tempos de criança até meus últimos jogos no Japão no ano passado. O livro relata a visão do futebol de dentro para fora dos gramados. O leitor poderá se colocar no lugar do técnico na hora de decidir as decisões a serem tomadas”, diz Levir.

Além de várias histórias, Levir Culpi reuniu 25 jogos marcantes entre os mais de dois mil que disputou nas carreiras de jogador e treinador. “ São jogos com finais felizes, tristes, surpreendentes, locais curiosos entre outros”.

Toda renda do livro será destinada a programa Gols Pela Vida do Hospital Pequeno Príncipe, de Curitiba, que é uma referência no atendimento infantil no Brasil.

“Eles fazem uma grande trabalho pela saúde das crianças, são pessoas sérias e sei que a renda estará em boas mãos sendo usada por um bom motivo”, disse.

A obra tem 159 páginas e está sendo vendida por R$ 42,50.

Ao voltar ao país e levar o Galo à exuberante conquista da última Copa do Brasil, Levir Culpi acrescentou sinceridade e caráter ao futebol brasileiro.

De fato, um figuraço.


Governo brasileiro legitima o Bom Senso FC
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Juca Kfouri

Se anteontem a presidenta da República vetou a manobra da CBF e da bancada da bola para que os clubes pagassem suas dívidas em suaves prestações e por 20 anos sem nenhuma mudança no modelo de gestão que contraiu as dívidas, ontem o governo brasileiro foi além.

Ao anunciar a formação de um grupo interministerial de trabalho para, no máximo em 30 dias, apresentar nova Medida Provisória ao Congresso Nacional, o governo oficializou o Bom Senso FC como um dos interlocutores, com assento à mesa de negociação.

Sinal de que, como a bola, a Terra é redonda e se move.

Comentário para o Jornal da CBN desta quarta-feira, 21 de janeiro de 2014, que você ouve aqui.


Ao presidente do São Paulo FC
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Juca Kfouri

Senhor presidente do São Paulo FC, Carlos Miguel Aidar:

Não fica nada bem endereçar uma carta a um jornalista, ou a quem quer que seja, e antes torná-la pública entre a sua turma, no caso os diretores do clube.

Ainda mais se também antes que esta chegue às mãos do destinatário, que tomou conhecimento dela por meio de terceiros.

O que me desobriga a publicá-la quando e se chegar, não sem informar que o senhor não foi ouvido para a publicação de minha nota, no último dia 15, sobre a BWA e o São Paulo, por dois motivos:

1. a nota está perfeita e apurada em mais de dois lados;

2. sua credibilidade foi perdida completamente não quando da miserável traição a Juvenal Juvêncio, a quem cansei de criticar e basta uma rápida pesquisa para comprovar, mas, sim, quando, como ex-presidente do Clube dos 13, traiu despudoradamente o Flamengo, legítimo detentor da famigerada taça das bolinhas, e toda a luta feita em 1987 por um futebol brasileiro melhor e mais ético.

Com o que, dou os trâmites por findos.