Blog do Juca Kfouri

Arquivo : abril 2014

Quatro grandes, um só prevalece e um campeão pela 40a. vez
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Juca Kfouri

Dos quatro grandes que jogaram ontem só o Fluminense prevaleceu.

Fez 3 a 0, com dois gols de Fred recebendo de Sóbis e mais um de Walter, no Tupi, em Juiz de Fora, para nem precisar jogar o segundo jogo na Copa do Brasil.

Desde que Cristovão Borges assumiu o Flu, o tricolor fez 11 gols em três jogos.

Já o São Paulo parou em Maceió, mesmo saindo na frente do CRB, com gol de bicicleta de Ademílson.

Luís Fabiano não jogou, porque foi poupado, e Ganso e Pato também não, embora estivessem em campo.

O tricolor paulista tomou a virada, 2 a 1, e vai ter de vencer no Morumbi por 1 a 0.

Mas ruins mesmo foram os resultados de Galo e Grêmio na Libertadores, ambos derrotados por 1 a 0 na Colômbia e na Argentina, pelo Atlético Nacional e pelo San Lorenzo.

Prenúncio de dramas nos jogos de volta em Belo Horizonte e Porto Alegre.

E festa para mais de 30 mil torcedores teve no Recife, onde o Sport ganhou de novo do Náutico, gol do veterano, ídolo e campeoníssimo zagueiro Durval, para comemorar o 40o. título pernambucano de sua história no 100o. campeonato estadual de Pernambuco.

Comentário para o Jornal da CBN desta quinta-feira, 24 de abril de 2014, que você ouve aqui.


São Victor quase empata e San Lorenzo papa
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Juca Kfouri

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Na Colômbia, o Atlético Nacional pôs o Atlético Mineiro no bolso.

Só não foi para o intervalo com, no mínimo, 2 a 0, porque São Victor estava numa noite abençoada.

Os colombianos criaram pelo menos sete boas chances e o goleiro brasileiro fez ao menos três grandes defesas.

O Galo não criou nada, exceção feita a um chute cruzado de Tardelli que Jô quase alcançou embaixo da trave.

O 0 a 0 caia do céu.

Na Argentina, não.

O Grêmio segurava bem o San Lorenzo, e era melhor até tomar o gol no começo do segundo tempo, quando tratou de botar Luan em campo.

Dudu fazia ótima partida e os brasileiros pareciam não ter sentido o gol, porque haviam feito um primeiro tempo que autorizava pensar grande.

O San Lorenzo parecia surpreso com a vantagem e recuava para mantê-la.

Já entre os Atléticos, o de verde seguia superior, até porque os alvinegros jogavam como se com um a menos, pois Ronaldinho só fazia figuração.

E São Victor seguia sem deixar passar nem pensamento, de longe, de perto, de onde fosse.

Dava uma saudade da “alegria nas pernas”…

O jeito era contar com Marion e Guilherme, nos lugares de Fernandinho e de Ronaldinho. Onze contre onze, ao menos.

Na primeira participação de Marion, quase ele tira o zero do placar.

O Grêmio não conseguia transformar o domínio em empate e até uma bola atrasada para o goleiro foi desperdiçada por Barcos na cobrança em dois toques na linha da pequena área.

Aos 40, Maxi Rodrigues substituiu Zé Roberto.

Os mineiros jogavam mal e obtinham um bom resultado.

Os gaúchos jogavam bem e amargavam um mau resultado.

Mas, aos 46, de fora da área, Cárdenas, pôs a bola onde era impossível e fez justiça em Medellín. Ficou barato para o Galo perder só de 1 a 0.

Ao mesmo tempo, em Buenos Aires, quase os argentinos ampliam, com Marcelo Grohe tirando a bola com os olhos.

Vai ter sofrimento em Porto Alegre e em Belo Horizonte. Mas nada está perdido, a não ser as invencibilidades dos brasileiros.

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Teve futebol em Madrid
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Juca Kfouri

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O Bayern Munique esteve com a bola 76% do primeiro tempo e sempre esbarrou na defesa do Real Madrid, sem exigir de Casillas nenhuma defesa.

Pior: saiu para o intervalo perdendo de 1 a 0, graças a um contra-ataque mortal, puxado por Cristiano Ronaldo em seu primeira participação efetiva no clássico e ameaçadíssimo de sofrer mais dois gols, um do próprio português número 1 do mundo, e outra do ótimo argentino Di Maria, ambas chutadas nas nuvens.

Neuer também não teve que fazer nenhuma grande defesa…

Mas jogava-se futebol de boa qualidade, ao contrário da primeira partida pelas semifinais da Liga dos Campeões, o modorrento 0 a 0 entre Atlético de Madrid e Chelsea, um insulto aos amantes do esporte bretão.

No segundo tempo, em menos de 10 minutos, tanto o goleiro alemão quanto o espanhol tiveram que se virar.

Aos 73, depois de Cristiano Ronaldo ter exigido nova defesa de Neuer, e de uma certa blitz alemã, Ribery saiu e entrou Gotze, além de Thomas Muller que substituiu Schweinsteiger, no Bayern.

Pepe, machucado, e Cristiano Ronaldo, cansado, saíram para entradas de Varane e Bale, no Real.

No Bayern duas trocas táticas, porque o meio de campo deixava a desejar, assim como Rafinha tinha cedido o lugar para Javi-Martinez.

No Real, ambas por motivos físicos e, em seguida, Isco saiu e Illarramendi entrou.

Os 12, 13 minutos finais eram candidatos a serem dramáticos.

E aos 83, Casillas fez uma defesaça em chute à queima-roupa de Gotze.

Saísse o 1 a 1 e seria justo. Mas o 2 a 0 não seria injusto. Entendeu?

Pois é.

Acabou 1 a 0, também justo, é claro, e tudo aberto para terça-feira que vem, em Munique, no segundo jogo da final antecipada.

Um jogo imperdível.


Copa das Copas ou das Tropas?
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Juca Kfouri

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POR GUILHERME BOULOS*

Nos últimos dias o Governo Federal informou que dará apoio no Senado ao Projeto de Lei Antimanifestação relatado pelo Senador Pedro Taques (PDT), o PLS 508/13.

Desistiu, com isso, de um projeto próprio que estava em gestação no Ministério da Justiça, mas sem desistir do anseio de criminalizar as mobilizações populares.

A iniciativa do Governo tem declaradamente o objetivo de apressar a aprovação de uma lei desta natureza.

A ideia é que esteja aprovada e sancionada até a Copa do Mundo, buscando inibir mobilizações no período dos jogos. O próprio Ministro da Justiça deixou claro este objetivo sem pudor em declarações públicas.

O Projeto de Pedro Taques é uma versão menos raivosa do PL 499/13, que pretendia associar manifestações ao crime de terrorismo.

Suas principais propostas são: o agravamento de penas para crimes como lesão corporal e dano ao patrimônio quando ocorridos em manifestações; a obrigatoriedade de identificação de manifestantes mascarados; e a necessidade de informação prévia de hora, local e trajeto das manifestações.

Para não dizer que não falou das flores, o Senador incluiu também pena ao policial que não usar identificação em sua farda.

A qualificação de crimes quando ocorridos em manifestação é uma verdadeira aberração jurídica.

Pressupõe uma criminalização prévia.

Participar de manifestação passa a funcionar como agravante.

Para que se tenha uma ideia do significado disso basta lembrarmos algumas das circunstâncias que funcionam como agravante criminal pelo Código Penal brasileiro: crimes por “motivo fútil”, “meio cruel” ou “dirigido contra crianças”.

Agora, “estar em manifestações” se soma a esta lista.

Não menos preocupante é a exigência de aviso prévio.

Embora formalmente já esteja prevista na legislação e possa parecer algo inofensivo, o espírito da lei neste momento foi traduzido nas palavras de seu autor, o Senador Pedro Taques, ao dizer que há lugares em que não devem ocorrer manifestações.

Ele cita o exemplo de regiões próximas a hospitais.

Mas seu exemplo idôneo não esconde os abusos a que esta regulamentação prévia está sujeita.

Ao exigir aviso prévio e atribuir lugares próprios e impróprios a mobilizações esta lei fere de morte o direito à livre manifestação. Dá ao Estado o poder de definir se uma manifestação popular poderá ocorrer ou não. Ou melhor, legitima com uma legislação própria a histórica intolerância das forças repressivas às manifestações.

E ao fazer todos estes malabarismos o PLS 508/13 deixa de lado a grande questão dos crimes em manifestações no Brasil, a violência desmedida e impune das polícias militares em relação a protestos.

Os maiores autores de crimes em manifestações são normalmente os próprios policiais.

A fúria punitiva que decorreu da morte do jornalista Santiago Andrade, em fevereiro deste ano no Rio, e que deflagrou a corrida de PLs contra as manifestações sofre de amnésia seletiva.

Ela não se instalou quando, em junho de 2013, pessoas morreram em decorrência da ação policial repressiva às manifestações.

Muito menos perante os incontáveis e covardes homicídios praticados pela PM nas periferias urbanas do país e que se estendem às manifestações de resistência.

A força e quantidade das imagens que correm na internet mostrando a violência policial em manifestações tornam desnecessário listar casos aqui.

É algo público e notório.

Mesmo entre os jornalistas, levantamento da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), de 2013, apontou que 75% das agressões a jornalistas em manifestações foram cometidas por policiais.

Portanto, se o objetivo fosse inibir a violência em manifestações, o PL estaria voltado para o alvo errado. Deveria neste caso regulamentar a ação policial e não apenas com a exigência de identificação dos soldados, o que é um pressuposto a qualquer agente público.

Mas sim proibindo o uso de armas letais, vetando o “taser” (arma de choque), que já demonstrou seu potencial letal e atribuindo poder efetivo de investigação e punição a órgãos externos de controle social das polícias.

Isso seria o mínimo a se fazer de imediato e evidentemente não resolveria o problema da violência policial.

A solução efetiva envolve uma mudança de lógica da política de segurança, que passa pela desmilitarização da polícia.

No entanto nem a isso o PL se propõe, porque sua real intenção não é coibir a violência em manifestações. É coibir as próprias manifestações, em especial durante o período da Copa e outros megaeventos no país.

O PLS 508/13 é parte de um pacote mais amplo, que mobilizará o maior efetivo policial da história das Copas, 170 mil agentes.

Que, preparando o Rio para 2016, vem promovendo massacres impunes em favelas em nome de uma política de “pacificação”.

Neste momento o Complexo da Maré é a bola da vez, com a presença ostensiva do Exército; assim como, antes dos Jogos Panamericanos de 2007, a bola da vez foi o Complexo do Alemão com uma chacina policial que deixou 19 mortos.

As manifestações durante a Copa das Confederações e o período de mobilizações populares que se seguiu desde então apavoraram o Governo, a FIFA e seus patrocinadores.

A projeção de manifestações durante a Copa tornou-se objeto de uma histeria inconsequente no Governo, levando-o a esquecer uma importante lição de junho.

As manifestações cresceram e massificaram de verdade após uma repressão mal calculada da Polícia de São Paulo.

Este e outro tantos casos demonstram que repressão e ameaça não inibem automaticamente mobilizações.

Muitas vezes têm o efeito reverso.

A começar pela tentativa de aprovação do PLS, que produzirá manifestações de resistência dos movimentos populares em todo o país.

A “Copa das Copas” tão propalada por Dilma está se tornando cada vez mais a Copa das Tropas.

Guilherme Boulos, membro da Coordenação do MTST e da Frente de Resistência Urbana / Campanha Copa Sem povo, Tô na Rua de novo (https://www.facebook.com/copasempovotonaruadenovo)


Era uma vez uma Eva
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Juca Kfouri

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Eva Carneiro, a chamada “musa da Premier League”, é a médica do Chelsea que deixou os brasileiros boquiabertos ao vê-la em campo ontem para atender os jogadores do clube inglês no gramado do Vicente Calderón.

Nascida em Gibraltar com origens andaluzes, Eva Carneiro estudou em Inglaterra, Escócia e Austrália, tendo-se especializado em Medicina Desportiva em 2006 e cuidou da seleção feminina da Inglaterra na Olimpíada de Pequim, indo parar no Chelsea em 2009.

Um dia, em 2012, o médico titular não pôde ir para o banco por problemas de documentação e ela foi.

Fez tanto sucesso que nunca mais saiu.

Trata-se de um excelente médica.

Atualização: e para evitar insinuações de machismo, e cenas de machismo explícito, além de haver quem ponha em dúvida a autenticidade da foto que estava aqui, a foto não mais está aqui.


Um porre em Madrid!
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Juca Kfouri

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O torcedor do Chelsea, que gosta de xadrez, deve ter adorado o 0 a 0 no Vicente Calderón.

O torcedor do Atlético de Madrid certamente se irritou.

E você, eu, todos que só gostaríamos de ver um bom jogo, de futebol, só tivemos motivo para ficarmos frustrados.

Os ingleses estiveram perfeitos na marcação e os espanhóis impotentes diante dela.

Era o futebol de resultados elevado a potência máxima.

Um porre!!!

Por isso José Mourinho jamais será Pep Guardiola.

Mourinho murrinha!

Defender, defender e defender têm preço e o para o Chelsea foi perder o goleiro tcheco Petr Cech, com suspeita de luxação, e o meio campista Lampard, suspenso pelo cartão amarelo que levou graças a um carrinho por trás, ambos fora do jogo em Londres.

O capitão Terry tambëm saiu machucado e David Luiz, que jogava de volante, teve de voltar à zaga.

O capitão colchonero Gabi e Mikel também estarão suspensos no jogo da volta, único desfalque espanhol, terceiro inglês, em Stamford Bridge, na quarta-feira que vem.

Tomara que dê Atlético porque o Chelsea é chato, chato demais.

O único consolo espanhol está em que 0 a 0 é melhor que 1 a 1 em casa.


A visita de Valcke vista por dentro
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Juca Kfouri

Jérôme Valke esteve hoje no estádio da abertura da Copa e saiu de lá conformado, embora preocupado.

Ele sabe que entregar no “último minuto ” é mais que arriscado, é problema na certa.

Note duas coisas que só quem está por dentro do COL notou: falou-se em cadeiras provisórias, mas não nas instalações provisórias, que o Corinthians garantiu que pagaria e que a Fifa terá de suportar.

Mesmo sabendo que não há mais tempo e que será tudo precário, para azar da imprensa mundial que estará em São Paulo.

Note, também, que, mais uma vez, Valke e Andrés Sanchez, o chefe das obra, não se encontraram.

Sanchez está, esta é a explicação oficial, em nova viagem em busca de vender os direitos do nome do estádio pelo Qatar e adjacências.

Itaquera nem pensar!

Não vai dar certo.


São Paulo quer ver Colombia e Estados Unidos fora da Copa do Mundo
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Juca Kfouri

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O São Paulo arrendou seus dois centros de treinamentos para as seleções da Colômbia e dos Estados Unidos.

Mas o senhorio quer ver os inquilinos fora com urgência.

O novo presidente tricolor, Carlos Miguel Aidar, acaba de dizer ao Sportv que torce para que ambas as duas seleções (como diria Luís de Camões) sejam desclassificadas o mais rapidamente possível.

Assim o São Paulo pode voltar logo para casa e usufruir do pagamento feito para o tempo todo da Copa do Mundo.


5 de maio: o novo livro de Andrew Jennings
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Juca Kfouri

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Quantos ingressos dos jogos da Seleção Brasileira e da final da Copa do Mundo foram efetivamente colocados à venda na roleta eletrônica que a FIFA criou?

Por que já começam a aparecer ingressos no mercado negro se a entidade diz que todos são nominais?

Algumas respostas poderão ser encontradas em “Um Jogo Cada Vez Mais Sujo“, novo livro do jornalista escocês Andrew Jennings, considerado o inimigo número 1 da FIFA.

“Um jogo Cada Vez Mais Sujo” chega às livrarias no dia 5 de maio.

Assim que tomou conhecimento das denúncias do novo volume de Jennings, o escritório de advocacia que representa a FIFA no Brasil enviou uma notificação para a editora Panda Books, ameaçando-a de processo por “falsas acusações, conteúdo calunioso, conteúdo inverídico e danos à honra e à imagem” caso o livro seja publicado no país.

O escritório BM & A tem como um dos sócios Francisco Müssnich, advogado e amigo de Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF e ex-membro do comitê executivo da FIFA. Ricardo Teixeira é uma das figuras centrais do, como diz Jennings, “Padrão FIFA de fazer negócios e manter tudo em segredo”.

Pela amizade, o doutor Müssnich ganhou do amigo um cargo no comitê organizador da Copa e também uma vaga no STJD.

O que mais tira o sono da FIFA é o capítulo 7 de “Um Jogo Cada Vez Mais Sujo”, que trata da caixa-preta da venda de ingressos para a Copa.

O negócio é administrado pelos irmãos mexicanos Enrique e Jaime Byrom, hoje radicados em Londres.

Eles têm como sócios a Match Serviços de Eventos, que tem Philippe Blatter, sobrinho do presidente da FIFA Joseph Blatter, como acionista.

Jennings conta que tentou contato diversas vezes para ouvir a versão dos irmãos Byrom, que sempre preferiram o silêncio.

Jennings, que investiga os bastidores da FIFA há 20 anos e que lançou “Jogo Sujo” no Brasil em 2010, foi um dos principais responsáveis pelas investigações que resultaram nas expulsões de João Havelange e Ricardo Teixeira da entidade.

Por essas e outras, o jornalista foi banido de todos os eventos da FIFA.