Blog do Juca Kfouri

Por que o esporte apaixona

Juca Kfouri

Kobe Bryant, cinco vezes campeão da NBA pelo Los Angeles Lakers (2000/01/02/09/10), bicampeão olímpico em Pequim (2008) e Londres (2012), um dos melhores jogadores da história do basquete, nascido na Filadélfia, foi à loucura ontem com a conquista do time de sua cidade no Super Bowl.

No domingo retrasado vimos Roger Federer em prantos ao vencer seu 20° torneio de Grand Slam, como se fosse o primeiro.

OK, se comoveu com a sua própria vitória, torcedor dele mesmo, e comoveu um mundo de gente que torce por ele.

Bryant, ontem, era um torcedor comum, se é que ele pode ser chamado de comum…, e se comportou como qualquer um de nós ao se descontrolar com a conquista do time para o qual torcemos.

Alguém que já experimentou tudo que o esporte pode proporcionar descobriu que havia mais.

Porque só o esporte, qualquer um, tem tamanha capacidade.

A capacidade de nos fazer ser parte, como se, como Federer, nós estivéssemos jogando.

Algo que não tem preço, sem explicação.

E que nos faz esquecer das durezas da vida e das impurezas do próprio esporte.

Bendita mulher de Bryant, Vanessa, que gravou para todos verem, a emoção do marido.

A emoção de todos nós.