Blog do Juca Kfouri

Palmeiras, com nove, segura empate no Horto

Juca Kfouri

O Galo amassou o Palmeiras no primeiro tempo no Horto, com 12.600 torcedores.


Fustigou, fustigou, tomou conta, teve um pênalti tolo feito por Egídio em Alex Silva que Fred bateu e Prass defendeu aos 26 e, como quem não faz toma, o Palmeiras contra-atacou puxado por Moisés  e Deyverson, no primeiro chute ao gol dos alviverde, fez 1 a 0, aos 33, em passe de Willian.

Diga-se que antes do pênalti para o Galo houve um de Luan, para o Palmeiras, não observado pelo assoprador de apito.

O atacante mineiro abre claramente o braço e intercepta o balão.


O Galo seguiu na insistência até que Luan puxou Leonardo Silva na área e novo pênalti foi marcado para Fábio Santos empatar, aos 40, e os paulistas perderem Luan, expulso.

Curiosamente, com 10, o Palmeiras voltou mais agressivo para o segundo tempo, não permitindo ao Atlético o domínio que se esperava.

Aos 10 minutos, Leonardo Silva meteu a mão na bola e o terceiro pênalti foi bem marcado pelo apitador para Victor defender a cobrança de Deyverson.

Como já dito aqui, pênalti, em nosso futebol, virou lance-livre de basquete.

Robinho entrou no lugar de Adílson, aos 12, para acordar o Galo, estranhamente anestesiado.

Só entre os 18 e 20 minutos os mineiros deram um certo calor aos visitantes.

Aos 24, Cuca trocou Deyverson pela velocidade de Dudu e Rogério Micale trocou Cazares por Yago.

O empate era ruim para os dois, pior para os anfitriões que tinham um jogador a mais.


Aos 28, foi a vez de Luan sair e Otero entrar no Atlético.

Aos 34, Willian revidou falta dura de Valdivia e também foi expulso.

Com nove contra 11, Thiago Santos entrou no lugar de Jean para defender o empate, aos 36.

Acabava sendo um empate heróico para o Palmeiras e que fazia pensar no que aconteceria se Felipe Melo estivesse em campo.

Sem ideia, o Galo levantava bolas na área contra as famosas duas linhas de quatro do Palmeiras que, no caso, era tudo que o Palmeiras podia fazer.

E fez bem.