Blog do Juca Kfouri

Empate no Fla-Flu e festa do Galo e do Palmeiras

Juca Kfouri

No Maracanã (38 mil torcedores, 33.112 pagantes) em tarde de gala, com sol e Fla-Flu, a garotada tricolor pareceu mais determinada que as estrelas do rubro-negro.

E embora o clássico fosse equilibrado, o Fluminense sempre foi mais incisivo nos 45 minutos iniciais.


E só por isso abriu o placar, com Wendel, aos 37, quando a defesa toda do Flamengo, o goleiro Thiago inclusive, parou esperando a marcação de um impedimento inexistente.

Azar do Fla, sorte e mérito do Flu.


No Morumbi,  22.704 pagantes, o primeiro tempo também terminou 1 a 0, para o Galo que, com Cazares sem marcação, chutou de fora da área para abrir o placar, aos 7, embora o São Paulo dominasse. Lucão saiu jogando errado e deu no que deu.

Depois, o tricolor foi incapaz de lances agudos na área mineira e o time foi para o intervalo sob vaias na tarde paulistana, também ensolarada.


Já na Fonte Nova, 33.166 pagantes, chovia e o Palmeiras tentou se impor desde o início do jogo ao pressionar o Bahia.

Mas foram do tricolor baiano as primeiras chances claras de gol, com Fernando Prass fazendo dois milagres seguidos, no mesmo lance, em investida pela direita.

O Palmeiras fez 1 a 0, aos 17, em pênalti sobre Keno, bem batido por Roger Guedes, e seguiu com um certo predomínio, sendo surpreendido no fim da etapa inicial quando, outra vez, depois de duas defesas seguidas de Prass, Vinicius estufou a rede para empatar.

Nem bem começaram os segundos tempos e tudo mudou.


Zé Ricardo deve ter dado uma injeção de adrenalina no Flamengo que voltou disposto e logo empatou com Diego, em lance irregular, porque Éverton estava impedido e participou do bate-rebate à frente da meta tricolor, aos 10.
Arão e Berrío entraram nos lugares de Márcio Araújo e Vinicius Júnior no intervalo e deu certo.

O Flamengo esteve perto de virar, mas, aos 33, Juan fez pênalti em Richarlison e Henrique Dourado, para variar, bateu com perfeição e fez 2 a 1.

No fim, Trauco, nos acréscimos, de fora da área, empatou para fazer o resultado que nenhum dos dois queria.


O São Paulo voltou para calar as vaias e com menos de um minuto empatou o jogo com Marcinho, uma ótima contratação.

Thiago Mendes entrou no lugar do inútil Wellington Ném e também deu certo.

Mas aos 35 Rafael Moura acabou com festa e pôs o Galo outra vez na frente, diante de 22 mil torcedores, numa bobeada monumental de Lucão.


E o Palmeiras retornou com a mesma volúpia do começo do jogo para fazer 2 a 1, em lindo chute de Keno, aos 4.

Cuca trocou Mayke por Tchê Tchê no intervalo.

O jogo era muito bom  e Mina fez 3 a 1,  em lance em que o gol seria de Juninho, mas o Bahia descontou em seguida, com João Paulo.

O jogou terminou com o Palmeiras fazendo um golaço, com Willian: 4 a 2.


Na Arena Condá, o Botafogo, com gols de Roger e Pimpão, um em cada tempo, obteve excelente resultado ao vencer a Chape por 2 a 0. 

Esse jogo o blog não acompanhou, porque quatro jogos ao mesmo tempo não dá.
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