Flu não perdoa, Figueira vence e Timão pára na Ponte
A Portuguesa foi muito melhor que o Fluminense do primeiro minuto, quando Diego Cavalieri teve de fazer duas senhoras defesas,até o 45o. do primeiro tempo, no Canindé com 3.613 pagantes.
O líder fez um e apenas um ataque perigoso, que Dida neutralizou ao crescer na frente de Wellington Nem.
De resto, a Lusa foi tão superior que ficou meio óbvio que, como não fez gol, no segundo tempo o Flu faria, ao seu estilo, se fingindo de morto.
Até porque Fred estava em campo e era como se não estivesse. Um perigo, é sabido.
Abel Braga voltou para o segundo tempo com Rafael Sóbis no lugar de Diguinho, porque queria atacar.
Mas foi a Lusa quem seguiu na frente, com quatro escanteios seguidos nos três primeiros minutos.
E não parou, ao criar mais duas chances aos 14 e 15 minutos, sempre pelo lado direito, chegando fácil na linha de fundo.
A Portuguesa encurralava o líder até que, em bola desviada na zaga, Dida apareceu bem outra vez, aos 19.
A partir daí, o Flu equilibrou as coisas e começou a apertar, com segurança.
E, aos 28, o de sempre: rebote da zaga paulista, a bola sobra e, de fora da área, Jean fez 1 a 0.
No minuto seguinte, esperto, Wellington Nem tomou a bola do zagueiro Gustavo e ampliou, porque com o Flu é assim e fim de papo: 2 a 0.
A Lusa ainda criou outras chances, mas fez gol em impedimento, viu Cavalieri salvar outra vez e a trave mais uma.
Porque não era noite da Portuguesa, mas do Flu, para variar.
No Pacaembu, com 19.844 pagantes, Corinthians foi melhor que a Ponte Preta até quase o fim do primeiro tempo e, daí em diante, inferior ao time campineiro que, no segundo, com justiça, fez 1 a 0, aos 22, com Tiago Alves.
O Corinthians reagiu depois de levar o gol e, no último minuto, Emerson fez 1 a 1.
E em Floripa, com 7.225 torcedores, e com gols de João Paulo, batendo falta, e de Aloisio, mais uma vez, de cabeça, um em cada tempo, o Figueira passou pelo Cruzeiro: 2 a 0.
E vai fugindo da ZR.

