Santos ressurge, São Paulo cresce e Vasco só empata
O Santos ressurgiu na Vila Belmiro ( 9.402 pagantes) fazendo quatro gols no envelhecido time do Grêmio.
Foi na base do dois vira, quatro acaba, com gols de Edu Dracena e de Felipe Anderson, lindíssimo, no primeiro tempo e dos meninos Neymar e Felipe Anderson no segundo.
Verdade que quando ainda estava 0 a 0 houve um pênalti claro em Kléber que o árbitro fingiu não ver.
Mas quem leva uma traulitada dessas não pode reclamar de nada a não ser comemorar os gols de Vilson, quando já estava 4 a 0, e o de Marquinhos, já nos acréscimos que, provavelmente, servirão para Luxemburgo exaltar o poder de reação de seu time, o primeiro que o Santos derrota, além, é claro, de achar que houve mais de um pênalti e que entrou uma bola que não entrou: 4 a 2.
Atualização às 21h53: de fato, a bola entrou, acabo de ver na SporTV. Ou seja, Luxa tem razão em reclamar também desse lance.
Quem também dá sinais de claro crescimento é o São Paulo, sob os olhos de Ney Franco, no Morumbi (21.336 pagantes).
Jogou bem no primeiro tempo e marcou 2 a 0 no misto do Coritiba, com gols de Jadson e Maicon.
Administrou no segundo, levou um susto c0m um gol de pênalti de Robinho, mas Osvaldo logo tratou de repor as coisas em seus lugares: 3 a 1, e o tricolor no G4.
E, no Orlando Scarpelli (15.086 pagantes), o Figueirense viveu um tarde dramática até conseguir empatar 1 a 1 com o Vasco, que perdeu a chance de sair com valiosos três pontos.
Diego Souza abriu o placar em falha do goleiro Wilson e Fred mandou uma falta na trave de Fernando Prass num primeiro tempo vascaíno.
No segundo tempo, o árbitro deu pênalti em lance claro de bola na mão de Dedé, Júlio César bateu forte no meio do gol e Fernando Prass defendeu.
Aí o Vasco foi à frente e devolveu a bola no travessão, com Alecsandro até que, aos 28, Roni se antecipou à zaga carioca e empatou: 1 a 1.
Tudo sob os olhos de Loco Abreu, recebido apoteoticamente.
