Este anúncio é falso
Patrícia Rangel foi devidamente notificada, no último dia 12 de fevereiro, por conta de um outro anúncio mentiroso, com nomes e fotos de outras pessoas com a maioria das quais eu jamais compartilharia curso algum, que não deveria mais mencionar meu nome em seu projeto na Faculdade Rio Branco.
O texto do meu e-mail a ela, no dia 12/2, foi este:
Patrícia, cara, nunca mais falamos, imaginei que aquela ideia não tivesse seguido adiante e fui surpreendido com este anúncio, que não autorizei, não autorizo e me incomoda demais, até pela presença de gente com a qual eu jamais compartilharia um curso.
Peço providências imediatas no sentido de me tirar disso, evitando assim que eu tenha de tomá-las judicialmente.
Lamento, mas identifico alta dose de irresponsabilidade nisso tudo.
Juca Kfouri


http://www.riobrancoead.edu.br/site/ComunicadoJE.aspx
Para aqueles que aguardavam o posicionamento da Faculdade.
Meus agradecimentos, Ligia.
Como esperado, trata-se de um posicionamento equivocado publicado de forma “deliberada”. Está mais para um comunicado que diz tudo e não diz nada, só para satisfazer o “espírito justiceiro”, aqui testemunhado por diversas vezes. Infelizmente está claro que a instituição está passando por algum problema muito sério no seu setor de comunicação – coroado agora com a “deliberação” desta pérola…
Não foi nada disso.
“Leitura e interpretação de texto”, por favor. A propósito, este foi o problema assinalado em todas as interferências dos alunos da faculdade neste blog.
A “agonizante instituição” onde um dia fui aluna e que em nada lembra os velhos tempos, precisa melhorar seus processos (só agora vem ao público?), rever a “ética” citada no comunicado e respeitar a inteligência alheia, principalmente dos seus ex-alunos.
O importante disso tudo é que Juca não tem mais seu nome ligado ao curso e é isso que basta nesta história toda.
Juca
Já que os alunos não responderam, vamos ajudar os universitários.
Não faz o mínimo sentido. Anúncio é peça comercial e a autorização é específica.
Alunos, procurem seus (bons) professores e exijam melhores condições de ensino!!
Não sei o que está acontecendo e nem o que será daqui pra frente. Mas antes de falar alguma coisa da faculdade, vocês tem que pensar que existem outros cursos, além do jornalismo, e com toda essa repercussão, não é só a professora que será prejudicada. É o futuro de todos os alunos! Então, eu venho humildemente, pedir com que isso seja resolvido entre você (Juca), a professora Patrícia e a Faculdade!
Obrigada =)
Parabéns, Ana!!! Falou tudo!!!
Parece que as mensagens fizeram efeito. A sede americana do Rotary deve ter dado as ordens, finalmente.
O curso já saiu do site assim como a propaganda enganosa envolvendo Juca Kfouri, mas é bom acompanharmos, principalmente depois das suas palavras.
Meu Deus! Hora do espanto IX!
Eu estudei no Rio Branco quando era o melhor colégio de São Paulo, assim como meu pai e meu avô!
Que show de horrores é esse?
Kfouri desrespeitado
Alunos universitários que não sabem ler e intrepretar, além de cometerem erros de português equivalentes aos de uma criança das séries iniciais.
Pessoas que lá trabalham que ABSOLUTAMENTE lembram os rotarianos e nossos valorosos mestres. Assisti ao vídeo e fiquei arrepiada!! O QUE É AQUILO???? Este é o ensino de qualidade que tanto se prega, mesmo online? Fico a imaginar então como seria o presencial….
E triste observarmos neste episodio com uma pessoa tão querida como Kfouri que os responsáveis estejam revelando uma instituição agonizante, que não soube preservar seus princípios e valores presentes desde a sua fundacao, inclusive com atitudes desprovidas de ética e transparência.
Atenção dirigentes: a Prova Quádrupla náo foi revogada! E como ex riobranquina, enviarei cópias para o presidente do Rotary Internacional, Governadora do Distrito 4610 e todos amigos do Rio Branco.
Quanto aos alunos (e o desastroso autor do vídeo), estudem MUITO. Se escolheram o Rio Branco é porque um dia acreditaram que o MEU RIO BRANCO seria o seu. Não é.
Se uma instituição gerencia um problema de comunicação com a mesma soberba do caso de uma aluna da UNIBAN, creio que ambas são semelhantes e quanto a isso, não há CONSERTO ( com S mesmo!).
Ana, aguarde divulgação do contrato assinado pelo nobre jornalista em poder da Faculdade. Você continuará se orgulhando de sua ex-escola.
Ana,
Não sei até que ponto leu os comentários postados no blog. Reitero que eu e muitos dos meus colegas não estamos questionando sobre o anúncio postado no site da faculdade, apesar de particularmente não encontrar indícios de “falsidade” num texto que diz sobre a participação de alguém que efetivamente participou do curso de EAD.
O que questionamos é sobre o seguinte trecho: “Como se vê, não adiantou, razão pela qual torno público que não faço parte e nem farei do curso ora anunciado.”
Como é possível alguém dizer isso quando há um documento devidamente assinado que permite a utilização de sua imagem para o referido curso?
É possível diante do fato de que aquele papo já foi ao ar, já cumpriu o papel autorizado, e que, diante dos acontecimentos desagradáveis que se seguiram (um anúncio que não autorizei, com foto minha e de algumas companhias desagradáveis),o mínimo que se espera é o fim de novas menções. O que, como se vê, não está acontecendo. Qual é, pergunto eu, o sentido de uma escola continuar anunciando alguém que a desautoriza? Pense nisso.
Posso estar errada, mas creio que no caso específico de cursos de EAD, a instituição que o oferece tem o prazo de cinco anos para veicular repetidamente o conteúdo gravado.
Mas isso não compete à minha área, portanto não afirmo com total certeza.
E esta também não é a questâo: faz sentido uma escola anunciar alguém que com ela rompeu relações por ter feito um anúncio sem autorização? Pense.
Renato, boa noite. Ontem a noite em aula para o curso de Rádio e Tv, a professora Patrícia Rangel tinha, sim, em mãos uma cópia de um contrato feito pela Fundação de Rotarianos e não uma simples autorização. Como você bem disse a Fundação de Rotarianos é reconhecida por sua ética e agiu da mesma forma com Juca Kfouri.
Até onde eu sei um professor não responde pela mantenedora, certo?
Quanto a sua última pergunta, a professora estava com o contrato em mãos esclarecendo a situação para seus alunos que estavam consternados com o ocorrido. Foi um esclarecimento e não causa para confusão e etc.
Uma pessoa que tem seu nome envolvido em tamanha acusação tem no mínimo que prestar um esclarecimento a seus alunos. Entendo desta forma. Cabe agora a esfera judicial julgar quem está com a razão. Sem mais.
O que mostra que você não distingue uma coisa de outra. Uma autorização que não poderia redundar nos anúncios que resultou. Difícil, hein?
Juca,
Você é brilhante, mas às vezes peca pela arrogância, como na resposta dada ao Rodrigo.
Se o problema é em razão dos anúncios, então o texto do seu post me parece confuso, pois você afirma que não faz parte do curso mencionado. Como dito, há um documento (possivelmente uma autorização, como você bem colocou) que permite a utilização de sua imagem em curso de EAD.
Ou seja, posto desta forma, o curso não possui nada de falso, uma vez que possui respaldo jurídico. Uma história completamente diferente seriam os anúncios feitos.
Camila, o título do post é: Este ANÚNCIO é falso
Logo percebi que é falso: Olha o TAMANHO do seu cabelo na foto!!!
Abraço!
Caro Juca,
Também vi o referido contrato e ele me pareceu bastante claro em seu primeiro parágrafo, quando o sr. autorizava a utilização de sua imagem em “curso a distância em jornalismo esportivo”.
Quanto ao documento ter sido visto por estudantes da faculdade, isso só aconteceu porque nós, também interessados no caso já que diz respeito a reputação da instituição que escolhemos, fomos atrás da professora para esclarecer o ocorrido.
Você viu uma autorização, não um contrato. E que não poderia virar anúncio. Simples assim.
Uma pena que tanta sabedoria possa ser ofuscada com insultos desnessessários.
Que o Sr. é um homem polêmico não há dúvidas, todavia, é triste pensar que um jornalista tão reconhecido e admirado, possa transformar suas impressões tão repentinamente.
Os erros que acontecerem entre contratos com o Sr., a faculdade e a professora Patrícia, não me interessam, mas levantar uma falsa ideia sobre a capacidade dos alunos das Faculdades Integradas Rio Branco, isso sim é falta de profissionalismo. Aacho que o Sr. poderia ganhar mais ibope falando sobre outros assuntos, que afinal é o que esperamos de um jornalista esportivo.
Uma pena que o Sr. não soube sustentar suas conquistas, pois todos aqui aplaudiram sua palestra e saíram muitos satisfeitos; todavia, depois de suas declarações, essa ideia de “homem sábio” não passou de uma confusa impressão!
Todavia, onde, os insultos? Correções, não insultos, todavia. Espero que sigam muitos satisfeitos.
Juca, caro, eu me referi apenas ao contrato, que existe. Em momento algum especulei sobre anúncios ou o que podia ou não podia ser feito usando a sua imagem. Neste caso penso que você não distinguiu uma coisa da outra. Não consigo entender o motivo para tamanho sarcasmo com os alunos que enviam comentários. O centro do problema não é esse.
O centro do problema é exatamente este: os anúncios, no plural, pra ficar bem claro. E a autorização que assinei não expressa um contrato na acepção do termo como alguém quer que acreditem.
Juca, acredito que esteja se referindo a palestra ministrada durante a Semana da Comunicação, que é gravada e solicitam autorizações para isso. O contrato que vimos trata-se sobre um vídeo de três horas sobre jornalismo esportivo, gravado na faculdade, no qual você recebeu um valor ‘x’ por isso. São duas ocasiões completamente diferentes, e que não explicam o seu post. Já solicitamos um posicionamento da faculdade, para que nós, alunos, não sejamos os mais prejudicados.
Caro Juca, permita-me assim chamá-lo, manifesto minha concordância acerca da má intenção da patricia rangel em utilizar-se de seu nome, haja visto que, conforme comentário do aluno Rodrigo Dias, que informa a circulação de um “contrato”, que, conforme esclarecido por V.Sa., trata-se de um autorização para outro “assunto”.
Caro Juca,
fiquei sabendo deste post pelo meu amigo, o Prof. Ary Rocco, que também foi convidado pela Profa. Patrícia Rangel para o curso de pós da Rio Branco. Conheço a Patrícia dos congressos da Intercom, onde participamos do Grupo de Pesquisa em Comunicação e Esporte e também fui convidado para este curso de pós. Ela me convidou para as disciplinas de imagens e esporte, que estão inseridas nos meus estudos de doutorado e que fazem parte dos meus interesses profissionais, como jornalista de negócios do esporte. Trabalho nessa área há muitos anos e, inclusive, fiz uma entrevista com você para o meu livro Futebol S/A, publicado pela Editora Saraiva. Isso já faz muito tempo, acho que você nem vai se lembrar…risos.
Estou falando tudo para dizer que, assim como eu achava que era o seu caso também, fui convidado pela Patrícia Rangel para ser docente-convidado do curso (não tenho vínculos com a Rio Branco). Recebi no fim do ano passado, por e-mail, inclusive, a peça publicitária feita pela faculdade com as nossas fotos e divulgação do curso.
Estou bastante chocado com essa história toda e lamento todo o desconforto que isso está te gerando. Da minha parte, vou procurar a Patrícia para questionar essa questão, pois – assim como você – minha imagem está no anúncio dessa pós e, com os seus comentários, sinto-me fazendo parte de uma confusão que não me interessa em nada.
Espero que você entenda que, sendo as coisas como você colocou, eu e o Prof. Ary, fomos tão vítimas quanto você, pois não sabíamos dessas questões postas por você no seu blog.
Obrigado pela atenção.
Abs,
Prof. Anderson Gurgel
Pois é Gurgel, é de uma irresponsabilidade, de uma leviandade, golpinho de joão sem braço, uma pena. Mas nos livramos dessa a tempo.
Questionar a questão… ótima pérola…
Shakespeare poderia perguntar: ” Questionar a questão, ou não questioná-la? Eis a questão”
A Patricia é uma profissional maravilhosa, acredito que não passa de um mal-entendido.
Juca, caro, como você já deve saber, o problema da educação neste país, infelizmente, está também no ensino superior. Sou aluno das Faculdades Integradas Rio Branco e como em qualquer universidade particular, o nível dos alunos está muito aquém do esperado. Os erros de português mostrados pelos alunos da Rio Branco são sim, horrendos! Porém, isso é comum em qualquer faculdade particular deste país, infelizmente (2). Nós aprendemos a escrever na escola, não é? Esses alunos são apenas o retrato do descaso deles mesmos quanto ao ensino que receberam. Faculdade nenhuma ensina um aluno a escrever, apenas aprimora e ensina métodos diferentes de redação. Contudo, se uma pessoa chega na faculdade sem saber o mínimo do mínimo, a faculdade não tem muito o que fazer. Não há espaço para um tratamento individualizado, cabe ao aluno o interesse e a vontade de aprender (que não tiveram, pois a maioria estudou nos melhores colégios de São Paulo).
Quanto ao ‘causo’ com a professora Patrícia Rangel, ela circulou pela faculdade ontem com uma cópia do contrato assinado por você. E Agora, José? Sempre respeitei o senhor como jornalista e não tomo partido em nenhum lado. Só espero que isso seja esclarecido o quanto antes, pois para os alunos é uma situação constrangedora. Grato.
Eu assinei uma autorização para botar aquele papo no ar. Não assinei autorização nem contrato para me expor em anúncios e causar confusão entre cursos. Que é o que foi feito, apesar de meu pedido expresso para não usar mais o meu nome. Simples assim.
Juca, boa tarde. Ontem, tive a oportunidade de ler o contrato, e sim, você o assinou aceitando a divulgação do vídeo para o curso de EAD. Como todo contrato, você deve ter um cópia para nos mostrar, já que esta alegando um erro da Faculdade. E ressalto que o anúncio, o contrato e a divulgação dos mesmos não é feita pela Patrícia Rangel, o que não explica todo esse ataque para com o seu profissionalismo.
Assinei uma autorização daquela palestra e não um contrato.Peça também, Jenifer, que mostrem o anúncio que deu início a todo este mal-estar. Só não o publico para não envolver mais gente que entrou como Pilatos no Credo.
Rodrigo,
Boa tarde,
Creio não ter compreendido corretamente: a professora circulou na faculdade com um documento assinado pelo Kfouri?
Pergunto:
Para quem foi apresentado?
É um contrato ou uma autorização?
Ela responde pela mantenedora e é responsável pelos contratos da Fundação de Rotarianos de São Paulo?
A minha última pergunta é a seguinte e considero mais importante: considerando o fato, a coordenadora andar com um papel pela faculdade causando mais confusão é a atitude mais acertada e Ética para uma profissional de comunicação?
Muito estranho tudo isso que você relata, ainda mais se tratando de uma Fundação de Rotarianos de São Paulo, cuja Ética rotária é conhecida e respeitada. Para finalizar, o site da faculdade ainda continua oferecendo o curso.