Crise sem fim
Nem vale a pena comentar o pobre empate em 1 a 1 entre Palmeiras e Mirassol, no Palestra Itália.
Certamente a culpa é de Muricy Ramalho, pelo menos para Antonio Carlos Zago.
Sim, está escrachado que o dirigente ameaçado por quatro envelopes com balas de revólver é o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo.
Nem precisava identificar, mas também é bobagem manter um segredo de Polichinelo.
A conclusão é triste. E é antiga, manifestada por Telê Santana: "Futebol não é coisa para gente séria."
Belluzzzo já sabe disso.
Tomara que o presidente do Santos não seja mais uma vítima.
A estranheza do blog: Não é no mínimo curioso que o jornal que tenha dado o nome e o sobrenome do dirigente ameaçado tenha sido exatamente o do parceiro do Palmeiras, o "Diário de S.Paulo", da Traffic?
E isso apesar de Belluzzo não querer a divulgação de seu nome?
Estamos diante de um caso de autêntico exercício de liberdade de informação, doa em quem doer, ou em mais um passo de uma misteriosa novela na qual uma das partes está perdendo muito dinheiro?
Nota do blog: às 19h telefona Gilvan Ribeiro, editor de Esporte do "Diário de S.Paulo", e jornalista sério, para garantir que a decisão de publicar o nome do presidente palmeirense foi dele e de mais ninguém.
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Colunas na Folha: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/